Blog para quem gosta de discutir cultura e política sem permitir que o "senso comum" defina o resultado da discussão! TODAS E TODOS SÃO CONVIDADOS AO DEBATE!!!
PARA REFLETIR...
(George Burns)
segunda-feira, 31 de maio de 2010
SINDSPUMC TERÁ DIRETORIA RENOVADA NESTE DIA 1º DE JUNHO
sexta-feira, 28 de maio de 2010
O “corvo” Noblat e o risco de golpe
quinta-feira, 27 de maio de 2010
MEC formaliza exame para carreira docente

quarta-feira, 26 de maio de 2010
Estudo mostra que serviço público tem quadro reduzido
Comparado com os 31 países mais desenvolvidos do mundo, a proporção de servidores públicos brasileiros é reduzida. Foi o que apontou estudo realizado pela Organização para a Cooperação do Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado na semana passada, que apresentou uma avaliação da gestão de recursos humanos no governo. Enquanto nos países desenvolvidos a força de trabalho pública representa cerca 22% do total de empregos, no Brasil esse número cai pela metade, ou seja, fica entre 10 e 11%. Esse percentual é considerado pequeno, segundo o estudo, mesmo quando comparado com outros estados latino-americanos, como Argentina e Chile. No entanto, o número de funcionários públicos no Brasil vem aumentando ao longo dos anos. Entre 2003 e 2007, cresceu 15%. No período de 2005 e 2008, houve uma desaceleração e a progressão foi menor, cerca de 10%. A justificativa para o aumento no número de servidores federais é a necessidade de melhorar o acesso aos serviços públicos. O setor da Educação, por exemplo, contava com 164.870 servidores em 2003. Hoje contabiliza 199.572 funcionários, segundo dados fornecidos pelo Ministério do Planejamento. De acordo com o ministério, cerca de 70% das contratações do governo federal foram para a área da Educação. A maior parte do contingente de novos servidores concursados supriu a demanda para professores universitários no processo de interiorização das universidades e de preenchimento nos cursos públicos noturnos. Os outros 30% foram distribuídos em diversas áreas como segurança, com a contratação de efetivos da Polícia Federal, e fiscalização e controle, como por exemplo, na ampliação do quadro de analistas e fiscais da Receita Federal e da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Veja matéria sobre o assunto:http://www.youtube.com/tvnbr#p/u/27/Eg8Sx7Kcp00
FONTE: http://www.secom.gov.br/sobre-a-secom/nucleo-de-comunicacao-publica/copy_of_em-questao-1/boletim-1049-25.05/estudo-mostra-que-servico-publico-tem-quadro-reduzido
terça-feira, 25 de maio de 2010
A COPA DO MUNDO ESTÁ CHEGANDO...

FONTE: http://www.vermelho.org.br/charges.php?id_param_charge=227&pagina=1
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Serra é "pai do higienismo" em São Paulo, diz Júlio Lancellotti
Quando a reportagem chega ao escritório da Paróquia São Miguel Arcanjo, na zona leste de São Paulo (SP), o padre Júlio Lancellotti está de olho no e-mail. Depois de responder a uma ou outra mensagem, pula para o Twitter e consulta as últimas postagens. Curioso sobre o Vermelho, acessa pela primeira vez a página do portal e comenta duas matérias recentes — uma sobre o presidenciável tucano José Serra, outra com depoimentos do jornalista Altamiro Borges.
Por André Cintra
Colaborou Renato Torelli

"Discurso do PSDB é teatral", afirma Lancellotti
Leia também
– Lancellotti: "Burguesa é elogio. A nossa imprensa é prostituta"
– Padre denuncia: "Matar morador de rua virou um favor em SP"
– Obras "antimendigo" se tornam marca da gestão Serra-Kassab
– Como Matarazzo, o homem-forte de Serra, virou ícone do higienismo
Ele também co-responsabiliza Andrea Matarazzo, o ex-secretário municipal que, numa e noutra gestão, acumulou poderes e liderou a perseguição a moradores de rua. A troca de farpas entre Matarazzo e Lancellotti atravessou os últimos anos — com uma vantagem para o padre: ele não recorreu a jornalistas para agir como seus porta-vozes ou ghost-writters, nem tampouco partiu para a calúnia. Sua atuação foi sempre no âmbito político e ideológico.
“O que eu acho é que o José Serra e o Andrea Matarazzo são os pais — os expoentes — do higienismo em São Paulo. O que eles fizeram com os povos da rua foi um absurdo total, uma falta de sensibilidade”, declara Lancellotti ao Vermelho, na primeira parte da entrevista que abre a série “Povos da Rua — A ‘Faxina Social’ de Serra e Kassab”.
VEJA MATÉRIA COMPLETA: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=129752&id_secao=8
terça-feira, 18 de maio de 2010
Por que Serra agora perde nas pesquisas

Pesquisa mostra empate técnico entre Dilma e Serra
Fonte: http://www.click21.com.br/ / Equipe Click 21 com agências
domingo, 16 de maio de 2010
Dilma passa Serra pela primeira vez em pesquisa do Vox Populi


Pela primeira vez, a pré-candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, aparece à frente do pré-candidato do PSDB, José Serra, em pesquisa de intenção de votos feita pelo Instituto Vox Populi. A ex-ministra tem 38% das intenções de voto e o ex-governador de São Paulo, 35%. A margem de erro da pesquisa é de 2,2%, para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pela Rádio e Televisão Bandeirantes Ltda.
A terceira colocada, Marina Silva (PV), tem a preferência de 8% dos eleitores. Os votos brancos e nulos somam 8% e 14% não responderam ou não souberam responder.
Comparada com a pesquisa de abril, o Vox Populi registra queda de três pontos percentuais de Serra (o tucano caiu de 38% para 35% das intenções de voto). Já a pré-candidata petista saltou de 33% para 38%, avanço de 5 pontos percentuais. MArina subiu 1 ponto, de 7% para 8%.
A petista também já ultrapassou o tucano em eventual segundo turno. A pesquisa revela que 40% dos eleitores preferem Dilma e 38% ficariam com Serra. Os votos nulos e brancos somariam 9%. Outros 13% de eleitores não responderam ou não souberam responder.
A pesquisa de intenção de voto espontâneo – quando o eleitor abordado pelos pesquisadores diz em quem vai votar sem consultar nenhuma lista – também aponta a liderança de Dilma Rousseff. Ela aparece com 19% das intenções de voto, enquanto Serra tem 15%. Em janeiro, cada candidato obteve 9% das intenções de votos espontâneos.
Lula garante votosA pesquisa Vox Populi mostrou um crescimento de três pontos na influência de Lula na hora do voto. Dos entrevistados, 33% disseram que votariam “com certeza” num nome indicado pelo presidente. Em janeiro eram 30%.
Parte dos eleitores – 30% - respondeu que “poderia votar” num nome indicado pelo presidente, mas isso dependeria de quem é o candidato. Dos entrevistados, 10% disseram que não votariam num nome apontado por Lula e outros 24% disseram que não levam isso em conta na hora da escolha.
A pesquisa também mostrou a força dos governadores na hora do voto. Dos entrevistados, 15% disseram que votariam “com certeza” no nome apontado pelo chefe do Estado. Outros 36% disseram que poderiam votar no nome indicado a depender de quem fosse o candidato.
Um grupo de 15% dos eleitores disse que não votaria em ninguém a pedido do governador e 30% disse que não leva isso em conta.
A pesquisa Vox Populil também quis saber quem é identificado como o candidato do presidente Lula.
Dos entrevistados, 74% disseram que Dilma é a candidata apoiada por Lula, 4% disseram que José Serra é quem tem o apoio presidencial e 1% jogou Lula para a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
Disputa regionalA petista tem a preferência dos eleitores em quatro das cinco regiões brasileiras: Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Já Serra, vence no Sul do país.
A maior diferença percentual a favor de Dilma é no Nordeste, onde o presidente Lula goza de enorme prestígio. A pré-candidata do PT tem 44% das intenções de voto, contra 29% de Serra. No Sudeste, a disputa é acirrada. A petista tem 35%, contra 34% do tucano. No Centro-Oeste, Dilma tem 33% das intenções de voto, contra 31% de Serra. No norte, Dilma lidera com 41%, contra 32% de Serra.
Já na Região Sul, o pré-candidato do PSDB lidera com grande vantagem. Serra tem 44% das intenções de voto, enquanto Dilma tem a preferência de 30% dos eleitores.
Avaliação positiva do governoA avaliação positiva do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a 76% em maio. Na rodada anterior da amostragem, feita em abril, o número era de 74%.
Dentro da avaliação positiva, 31% dos entrevistados definiram o governo como ótimo e 45% como bom. O governo ainda foi considerado regular por 19% da população. Outros 5% o consideraram negativo. Destes, 2% avaliaram o governo como ruim e 3% como péssimo.
Vitória no primeiro turnoDiante do crescimento da ministra Dilma Rousseff nas pesquisas presidências, e da estagnada de José Serra, o diretor do Instituto Vox Populi, João Francisco Meira, acredita na possibilidade de a candidata petista vencer “a eleição já no primeiro turno”.
Meira analisa que nem Dilma nem Serra são carismáticos, mas o sistema petista tem alguns trunfos, como o avanço econômico no governo Lula.
Para construir uma boa campanha, o diretor do Vox Populi citou que o tempo de TV será decisivo, já que um arco maior de alianças possibilitará aumento no horário disponível.
De acordo com o cientista político Cláudio Gonçalves Couto, da PUC-SP, o crescimento da ex-ministra é natural. “Todas as pesquisas recentes apontavam nessa direção, com Serra estabilizado e Dilma em alta, exceto as do Datafolha”, diz. Para ele, a petista apareceu bastante em programas de TV nas últimas semanas, o que teria sido determinante para o eleitor. Em suas visitas aos Estados, a pré-candidata participou de diversos programas populares.
FONTE: www.vermelho.org.br / INSTITUTO VOX POPULI
quinta-feira, 13 de maio de 2010
PÓLO UAB "SERTÃO DAS CARAUBEIRAS" É AVALIADO
Durante a manhã e tarde do dia 05 de maio, a representante da UAB/CAPES/MEC, Prof. Cecília Queiroz, esteve na cidade de Caraúbas, com o objetivo de visitar e avaliar o Pólo da UAB (Universidade Aberta do Brasil), "Sertão das Caraubeiras", que funciona no prédio da Escola Municipal "Josué de Oliveira", tambem utilizado pelo Núcleo de Educação Superior de Caraúbas - NAESC, que abriga os cursos presenciais da UERN.
Durante a visita, ela observou a infraestrutura do prédio, o laboratório de informática e promoveu reuniões e entrevistas com alunos, tutores e o Coordenador no Pólo, Professor Marcos Roberto.
Estas visitas tem um caráter muito positivo por parte do Governo Federal que pretende articular melhorias e fortalecer a Universidade Aberta do Brasil, com foco na formação dos professores e o consequente fortalecimento da educação pública.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Em nota pública, CNTE defende o ingresso no ensino fundamental aos 6 anos de idade.

Aprovado no Senado, o texto agora tramita na Câmara, e se tiver voto favorável na Comissão de Educação e Cultura, segue para sanção presidencial. Mas o projeto é polêmico. Para vários setores da sociedade ainda há muito o que se discutir. A Rede Nacional Primeira Infância, por exemplo, não aceita a proposta e vai apresentar um manifesto durante a audiência pública realizada pela comissão da Câmara. “A rede é contra a antecipação do ensino fundamental para os cinco anos de idade porque é um direito da criança a educação infantil até o término do 5º ano. Ele começa, por lei, aos seis anos. Se você antecipa, a criança vai entrar muito nova e perder a experiência pedagógica adequada a essa fase do desenvolvimento”, defende Vital Didonet, membro da Organização Mundial para Educação Pré-Escolar (Omep) e coordenador da secretaria executiva da Rede Nacional Primeira Infância.PolêmicaPara o senador Flávio Arns, autor do proejto, a proposta é benéfica aos novos estudantes. “O que a lei fez foi apenas tornar a pré-escola obrigatória. Isso significa que a criança, ao entrar no conteúdo propriamente dito de alfabetização, já vai ter tido um ano de educação escolar, se acostumando com a escola, os professores, os diálogos, o material escolar, o que fará com que ela tenha mais chances de sucesso quando estiver na segunda série”, justifica Arns.Porém, o Ministério da Educação diz que o argumento é baseado em uma interpretação não adequada da emenda. “Nossa visão é de que uma criança com cinco anos é uma criança de cinco anos, 11 meses e 30 dias”, diz o diretor de Concepções e Orientações Curriculares para a Educação Básica do MEC, Carlos Artexes Simões. O ministério determina que sejam matriculadas no ensino fundamental crianças que completem seis anos até 31 de março do ano letivo. A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) também defende a instituição da data de corte na legislação brasileira. “A ampliação do ensino fundamental para nove anos se deu para que a gente pudesse reestruturar e ter um tempo maior para alfabetizar melhor as crianças”, justifica o presidente da entidade, Carlos Eduardo Sanches.O Ministério da Educação, por meio do Conselho Nacional de Educação (CNE), definiu que sejam matriculadas no ensino fundamental crianças que completem seis anos até 31 de março. Apesar da resolução publicada pelo CNE em janeiro de 2010, vários sistemas de ensino têm crianças com cinco anos cursando o ensino fundamental.No Paraná, uma lei estadual garante a matrícula no primeiro ano de menores de cinco anos. Em Mato Grosso, mandados judiciais permitem a mesma situação, enquanto que em São Paulo, a questão varia entre os municípios.No Distrito Federal, a Secretaria de Educação considerou para as matrículas de 2010 a data de corte que utilizava antes da resolução, de 31 de junho passado, mas afirma que, a partir do ano que vem, levará em consideração a data estabelecida pelo CNE. “O objetivo da pré-escola é propiciar situações de cuidado, socialização, autoconhecimento, respeito, confiança, tudo isso de uma forma mais específica que no ensino fundamental”, diz Helane Lima, vice-diretora da Escola Classe 305 Sul, que este ano recebeu alunos com cinco anos. “O importante é que o Estado lute para que a criança entre o mais cedo possível na escola, sim, mas respeitando as fases do desenvolvimento”, ressalta Helane.A pesquisadora em educação infantil Fátima Guerra concorda com a vice-diretora. “Uma criança pequena não pode ficar muitas horas sentada fazendo tarefa. No ensino fundamental, vai se aplicar a cobrança da sociedade de saber ler, escrever, uma série de coisas que não são próprias para as características e necessidades das crianças de cinco anos”, afirma Fátima. (IV)
terça-feira, 11 de maio de 2010
Lula recebe premiação na ONU por luta contra a fome

(Presidente Lula posa ao lado da diretora executiva do PAM, Josette Sheeran)
foto/Crédito : AFP
DA REDAÇÃO CLICK21
Fonte: Equipe Click 21 com Agência Brasil (www.click21.com.br)
domingo, 9 de maio de 2010
Eis porque gosto da vida ! ! ! ! ! ! !
COLABORAÇÃO: Prof. Esp. Elça Virgínia
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Percalços de Serra no inicío da pré-campanha.
Do Blog de Luís Nassif
Suponha que o aparato da mídia tivesse dado ênfase aos fatos abaixo relacionados – e se calado ante os desajustes na campanha de Dilma. A impressão que ficaria é a campanha de Serra desarticulada e a de Dilma impecável. Quando ambas estão dando suas cabeçadas normais nas largadas.
Ele disse que ia criar a Defesa Civil Nacional e teve de esquecer o assunto, porque ela já existe.
Ele disse que ia acabar com o Mercosul e teve de dar uma entrevista à Folha, para dizer que não era bem assim, depois de ser criticado dentro e fora do país.
Ele disse que vai resolver o problema da segurança criando um Ministério, e uma semana depois explodiu o aumento recorde da criminalidade em São Paulo, obra dele.
Ele misturou religião com antitabagismo e ficou mal com ateus e fumantes.
O chefe da campanha dele foi apanhado registrando sites de baixaria na internet.
O deputado amigo dele foi apanhado falsificando um depoimento da Marília Gabriela.
Ele corre atrás de todas as agendas dela. Pediu pra ir à Fiemg, pediu pra ser convidado no aniversário da Conceição, pediu pra ir outra vez ao Datena.
Ela foi aplaudida de pé na festa da Conceição. Ele foi ignorado.
No Primeiro de Maio, ele teve de se refugiar em Camboriú, porque nenhuma central sindical queria tê-lo no palanque.
Ele posou ao lado de um governador investigado pela Polícia Federal. E disse que não está informado sobre o inquérito…
A turma dele acusa estatais de pagar palanques do Primeiro de Maio, mas o governador suspeito pagou a festa de Camboriú.
Ele ainda não apareceu no Rio à luz do dia (só de noite, na festa da Conceição), porque não tem palanque pra subir.
Nem ao Rio Grande do Sul, pra não aparecer com a governadora.
Não tem palanque em Pernambuco, terra do presidente do partido dele.
Não tem no Ceará, terra do mais importante senador do partido dele.
Ele espalha que tem o apoio do PTB e do PP, mas ninguém viu a cor desse apoio.
Os dois partidos de sua aliança, DEM e PPS, naufragaram no escândalo de Brasília.
Ele não fez uma só agenda com mulheres, artistas, caminhoneiros, movimentos, gente comum. Só com empresários e aliados.Os dois institutos que lhe dão vantagem nas pesquisas estão sob suspeita de manipulação de amostras.
Ele foge do Fernando Henrique como o diabo da cruz.
Mas foi o primeirão a dar os parabéns ao Lula pela lista da Time.
Realmente, uma das campanhas teve muitos problemas na largada…
FONTE: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=1&id_noticia=128856
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Países do G7 turbinam suas embaixadas no Brasil pós-crise
VEJAMOS A MATÉRIA PUBLICA PELA PRÓPRIA "FORÇA DE SERRA PRESENSIDENTE", TAMBÉM CONHECIDA COMO FOLHA DE SÃO PAULO.
"O interesse em elevar as exportações, estimular associações com empresas brasileiras, investir e atrair capitais para o Brasil motivam países do G7 (grupo dos sete mais ricos) a ampliar o número de diplomatas e de especialistas em comércio em suas embaixadas no país, informa reportagem de Álvaro Fagundes, Verena Fornetti e Johanna Nublat, publicada nesta segunda-feira pela Folha (íntregra disponível para leitores do jornal e do UOL).
Entre 2001 e 2009, as importações do Brasil de países ricos caíram de 49% para 36%. A fatia da China cresceu 421% e alcança hoje 12,5% do total.
Exemplos desse entusiasmo com o Brasil são recorrentes no pós-crise. O Reino Unido, por exemplo, criou um setor de ciência e inovação em São Paulo e um de mudanças climáticas em Brasília. A Alemanha planeja instalar uma Casa da Ciência e Inovação na capital paulista.
EUA, Alemanha e França (que juntos representam 35% do PIB global) recentemente divulgaram comunicados manifestando o desejo de aumentar o comércio com o Brasil."
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u729253.shtml
sábado, 1 de maio de 2010
Lula defende redução da jornada no 1º de Maio Unificado

Valeu a pena
Segundo Lula, “valeu a pena a classe trabalhadora acreditar e eleger um metalúrgico para a Presidência. Já elegeu empresários, fazendeiros, advogados e professores, mas precisou eleger um metalúrgico para fazer o que a classe trabalhadora precisava”. Assegurou que concluirá oito anos à frente do Executivo com a criação de 14 milhões de empregos. Com a exceção da China, de acordo com ele ninguém mais conseguiu isto. Citou também a valorização do salário mínimo e o Bolsa Família como exemplos das medidas que foram tomadas pelo seu governo em prol da classe trabalhadora.
Fora FMI
O presidente disse que tem orgulho de poder olhar no olho dos trabalhadores e trabalhadoras do país, enquanto a maioria dos presidentes “não teria coragem sequer de participar de um 1º de Maio”. Segundo o presidente da CTB, Wagner Gomes, esta é a primeira vez desde 1951 que um presidente da República participa nas manifestações do Dia dos Trabalhadores.Lula conclui seu discurso contando uma pequena história relacionada ao FMI. Lembrou que os companheiros sindicalistas presentes (referindo-se aos presidentes da CTB, Wagner Gomes, UGT, Ricardo Patah, e Nova Central, José Calixto) ficaram com os braços cansados de carregar faixas contra o FMI. “Pois nós mandamos o FMI embora e depois ainda emprestamos 14 bilhões de dólares ao Fundo, viramos credores em vez de devedores”.
Dilma
Recebida no ato aos gritos de “olê, olê, olá, Dilma, Dilma”, a ex-ministra Dilma Roussef e pré-candidata do PT à Presidência da República também falou na festa do 1º de Maio Unificado. “Estamos reunidos num dia de comemoração e de luta”, ressaltou Dilma. “Temos o que comemorar. O salário mínimo hoje equivale a 300 dólares, quando o governo Lula começou valia menos que 100 dólares. O Brasil está crescendo e não só para os mais ricos, mas para todo o povo”, acrescentou.Ao elogiar o governo Lula, a pré-candidata do PT disse que “o presidente garantiu que o país não ficasse de joelhos perante o FMI. Passamos a ser um povo orgulhoso de nós mesmos e do nosso país, criamos 12 milhões de empregos com carteira assinada, retiramos mais de 20 milhões da pobreza e provamos que o Brasil pode crescer e ao mesmo tempo distribuir a riqueza e que a distribuição mais justa da renda nacional acelera o crescimento econômico”.“Mais desenvolvimento é o que queremos”, proclamou Dilma. “Mais salário no bolso do trabalhador, mais educação para os filhos da classe trabalhadora, mais creches e um povo com melhor qualidade de vida. É isto que queremos, é isto o que o Brasil precisa”.
Sucesso
Os presidentes das três centrais que organizaram o 1º de Maio Unificado ressaltaram, em seus pronunciamentos, a luta pela redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. Wagner Gomes, da CTB, considerou que o ato foi "um sucesso", destacando o seu "caráter unitário" e as seis bandeiras de luta (redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário; ratificação da Convenção 158 da OIT, que proíbe demissões imotivadas; fim do fator previdenciário; direito à igualdade de oportunidade; desenvolvimento nacional com valorização do trabalho; e política de valorização permanete do salário mínimo). "Tivemos um bom público", prosseguiu o sindicalista, "recebemos o parabéns da Dilma por isto e fomos prestigiado pela presença do presidente da República, um fato histórico que ocorre pela primeira vez desde 1951. Foi um grande sucesso", arrematou.Entre outras personalidades passaram pela manifestação da CTB, UGT e Nova Central o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, os deputados federais Aldo Rebelo, Carlos Zaratine e Roberto Santiago, os senadores Aloísio Mercadante e Eduardo Suplicy, o delegado Protógenes Queiroz, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi e o presidente da UNE, Augusto Chagas.
FONTE: www.vermelho.org.br Da redação, Umberto Martins