Blog para quem gosta de discutir cultura e política sem permitir que o "senso comum" defina o resultado da discussão! TODAS E TODOS SÃO CONVIDADOS AO DEBATE!!!
PARA REFLETIR...
(George Burns)
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
A QUEM INTERESSAR POSSA...
(http://palavrastodaspalavras.wordpress.com)
CIRURGIA DE LIPOASPIRAÇÃO????
Achei massa essa poeisa atribuída ao paraibano Hebert Viana do Paralamas do Sucesso... Confiram...
Pelo amor de Deus, eu não quero usar nada nem ninguém, nem falar do que não sei,
nem procurar culpados, nem acusar ou apontar pessoas,
mas ninguém está percebendo que toda essa busca insana pela estética ideal é muito menos lipo-as e muito mais piração?
Uma coisa é saúde outra é obsessão.
O mundo pirou, enlouqueceu.
Hoje, Deus é a auto-imagem. Religião é dieta.
Fé, só na estética. Ritual é malhação.
Amor é cafona, sinceridade é careta, pudor é ridículo,sentimento é bobagem.
Gordura é pecado mortal. Ruga é contravenção.
Roubar pode, envelhecer não. Estria é caso de polícia. Celulite é falta de educação.
Filho da puta bem sucedido é exemplo de sucesso.
A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem?
A sociedade consumidora, a que tem dinheiro, a que produz,
não pensa em mais nada além da imagem, imagem, imagem.
Imagem, estética, medidas, beleza. Nada mais importa.
Não importam os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria, o relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mais importa.
Não importa o outro, o coletivo.
Jovens não tem mais fé, nem idealismo, nem posição política.
Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada.
Ok, eu também quero me sentir bem, quero caber nas roupas, quero ficar legal, quero caminhar correr, viver muito, ter uma aparência legal mas…
Uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bulímicas, de jovens lipoaspirados, turbinados aos vinte anos não é natural. Não é, não pode ser.
Que as pessoas discutam o assunto. Que alguém acorde. Que o mundo mude. Que eu me acalme. Que o amor sobreviva.
‘ Cuide bem do seu amor, seja ele quem for ‘
domingo, 5 de setembro de 2010
ATÉ A REVISTA ISTOÉ NOTOU...

E
ditorial da IstoÉ: "A receita, o candidato e o casuísmo"
Num dos editoriais mais duros que já publicou, a revista IstoÉ desta semana destoa do resto da imprensa e desanca a campanha injuriosa que o tucano José Serra faz para tentar chegar ao segundo turno. Segundo a revista, "a leviana incursão serrista deixa transparecer o oportunismo. Nessa nova vertente de estratégia de campanha, Serra dá a entender que, se não pode ganhar no voto democrático, aceita vencer apelando".
Veja abaixo a íntegra do editorial:
Carlos José Marques, diretor editorial
No terreno da eleição, projeto político foi um tema colocado de lado, esquecido como uma bobagem que não rende voto. Vale mais desmoralizar o adversário. Ao menos parece ser assim que pensa o tucanato, guiado pelo presidenciável José Serra. Ele tomou como bandeira de campanha um episódio execrável – a quebra do sigilo fiscal de sua filha Verônica Serra – e partiu para o ataque ensandecido contra a rival Dilma Rousseff. Sem nenhuma prova cabal ou elo concreto de envolvimento direto da adversária, apontou Dilma como culpada por tudo. Fez mais: pediu a impugnação de sua candidatura. Chamou-a de “fraude”. Lançou a pecha de “fascistas” sobre petistas. Chegou a chorar teatralmente durante discurso em palanque. Um espetáculo claro de casuísmo eleitoreiro que não condiz com a saudável disputa de ideias para vencer nas urnas. Pode-se entender a indignação de um pai com o crime cometido contra a filha. Mas daí a partir para ilações infundadas, concluindo que a responsabilidade é da opositora, vai uma longa distância.
A leviana incursão serrista deixa transparecer o oportunismo. Nessa nova vertente de estratégia de campanha, Serra dá a entender que, se não pode ganhar no voto democrático, aceita vencer apelando. Partiu para o tapetão como aquele time que discorda do resultado. E nas pesquisas vai seguindo atrás. Em entrevista nesta edição, o correligionário e ex-presidente Fernando Henrique Cardoso – que, embora tenha sido o mentor do real e pai da estabilidade, foi sumariamente “esquecido” pelos tucanos nos programas eleitorais de tevê – diz que a campanha de Serra não está sintonizada com o País. As idas e vindas de seu antigo amigo e parceiro, que ora vincula a imagem a Lula, ora critica seu governo, incomodam FHC e deixam nele a impressão de uma campanha perdida.
O vazamento de dados da filha foi pego como tábua de salvação da candidatura de Serra. Mas o episódio da Receita Federal – que, de mais a mais, sempre pareceu um queijo suíço quando o assunto foi zelar pela privacidade dos contribuintes e pela guarda de informações sigilosas – não pode ser classificado como único. Ocorre há décadas, como problema crônico. Não faz muito tempo, era possível comprar calhamaços de CPFs no balcão do camelô da esquina. Desde os idos dos anos 70 o problema de quebra de sigilo fiscal vem seguindo como uma endemia, passando por sucessivos governos – de várias colorações partidárias –, sem solução. A Receita chafurda em um sistema falho, que dá margem a esquemas de corrupção financeira, em vários escalões, e que agora serve de arma política na cena da eleição.
FONTE: www.vermelho.org.br
FHC: um pote até aqui de mágoas
Alijado da campanha tucana, que prefere usar a imagem de Lula à dele, o ex-presidente deixa claro ao partido que está insatisfeito e ataca os marqueteiros de José Serra
Yan Boechat
DE PARTIDA
FHC fez as malas e viajou ao Exterior na quarta-feira 1º, abandonando a campanha
FONTE:http://www.istoe.com.br/reportagens/99591_FHC+UM+POTE+ATE+AQUI+DE+MAGOAS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage
DILMA 53%, SERRA 24%
Tracking Vox Populi/Band/iG: Dilma 53%, Serra 24%
No quarto dia de medição, petista oscila positivamente dentro da margem de erro
iG São Paulo | 04/09/2010 17:12
o tracking Vox Populi/Band/iG para a eleição presidencial, a petista Dilma Rousseff tem 53% e o tucano José Serra 24% das intenções de voto. Dilma oscilou positivamente um ponto percentual, dentro da margem de erro em relação ao dia anterior, quando tinha 52%. Já o seu oponente, José Serra, permaneceu com o mesmo índice da última sondagem, quando apareceu com 24%. As mudanças ocorreram dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos percentuais.
A candidata Marina Silva (PV), terceira colocada, apresentou novamente 8% das intenções de voto –mesmo percentual da última pesquisa. Brancos e nulos são 4%, indecisos somam 10%, um ponto a menos que no levantamento do dia anterior, e os outros candidatos têm 1%.
A pesquisa, publicada diariamente pelo iG, ouve novos 500 eleitores a cada dia. A amostra é totalmente renovada a cada quatro dias, quando são totalizados 2.000 entrevistados.
Na pesquisa espontânea, quando o nome do candidato não é apresentado ao entrevistado, Dilma tem 42%, Serra 19% e Marina Silva 6%. Dilma foi a única a ter os percentuais mudados na comparação com o levantamento do dia anterior, no qual a petista apareceu 41%.
A petista lidera em todas as regiões do país. Dilma tem seu melhor desempenho na região Nordeste, onde soma 70% dos votos contra 15% de Serra e 5% de Marina.
Já a melhor performance de Serra ocorre na região Sul, onde ele soma 30% e Dilma tem 49%.
FONTE: http://ultimosegundo.ig.com.br
70 ANOS DE AMÉRICA LATINA
Republico matéria da Revista Fórum, 03/09/2010
“Para os que concebem a História como uma disputa, o atraso e a miséria da América Latina são o resultado de seu fracasso. Perdemos, outros ganharam. Mas acontece que aqueles que ganharam, ganharam graças ao que nós perdemos: a história do subdesenvolvimento da América Latina integra, como já se disse, a história do desenvolvimento do capitalismo mundial”, escreveu Galeano em 1971, no livro As Veias Abertas da América Latina, que fala sobre o processo de exploração colonial pelo qual passou o continente americano desde sua descoberta até o neo-colonialismo da Revolução Industrial. Anos mais tarde, em 1976, deixou o Uruguai rumo ao exílio na Espanha após ter seu nome incluído em uma lista de execuções do regime militar, liderado pelo ditador Jorge Videla.
Para falar sobre vida e obra do jornalista uruguaio, Fórum entrevistou o professor Alexandre Borges, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação pela ECA-USP. Especialista em Jornalismo Internacional, Borges é o idealizador do site www.latinoamericano.jor.br(http://www.latinoamericano.jor.br/).
Fórum - Na sua opinião, qual a importância de Eduardo Galeano para o jornalismo e literatura latino-americanos?
Alexandre Barbosa - Galeano foi além do jornalismo e da literatura. Muitos, tanto na academia quanto no jornalismo, enxergam sua obra apenas do ponto de vista literário. De fato, ele escreveu obras belíssimas, como Palavras Andantes e Memórias do Fogo. Esta última, uma crônica da história latino-americana contada de maneira poética. Porém, mesmo na literatura e principalmente no jornalismo, Galeano é essencial para a construção de um pensamento de resistência latino-americana. Sua obra mais conhecida, As Veias Abertas da América Latina, é uma leitura que não pode faltar na vida de qualquer cidadão deste continente.
Fórum - De que maneira ele contribuiu para o imaginário histórico do continente latino-americano?
Barbosa - Enquanto a indústria jornalística insistia na visão de que as alianças com os países centrais do capitalismo eram uma alternativa para o atraso da região, Galeano mostrou como a riqueza da Europa e dos EUA foi construída com base na exploração dos recursos naturais e humanos da América Latina. A cidade boliviana de Potosí, que tem mina de estanho e prata, hoje é uma região pobre, que enriqueceu os cofres dos países ibéricos. A miséria da América Central é a riqueza dos comerciantes norte-americanos.
Como a escrita de Galeano tem forte apelo de denúncia, seu texto flui e serve de inspiração para os movimentos que hoje pregam uma nova ordem da política e da economia latino-americana. Ao ler a obra de Galeano, é possível entender melhor como funcionam os governos de Evo Morales e Rafael Correa. Quem leu As Veias Abertas da América Latina jamais teria coragem de criticar a ação boliviana de nacionalização dos recursos minerais.
Fórum - Galeano participou ativamente de movimentos culturais contrários à ditadura uruguaia de 1973. Para você, qual obra dele melhor representa a resistência contra o regime militar?
Barbosa - Galeano e outros da classe artística e jornalística podem ser considerados parte de um movimento que Michael Löwy chamou de Romantismo Revolucionário que, entre outras características, entende as manifestações artísticas como instrumentos de denúncia, resistência e revolução.
Há contos e crônicas belíssimas de Galeano sobre a ditadura uruguaia. Recomendo a leitura de um texto sobre os desenhos que a filha de um preso levava para o pai no cárcere. O guarda proibia imagens e desenhos de pássaros, pois eles eram sinônimos de liberdade. Um dia, a filha desenhou uma árvore com frutas e o desenho passou. O pai elogiou o desenho e filha confidenciou-lhe que os pássaros estavam escondidos entre as folhas...
Fórum - Hoje em dia, Eduardo Galeano figura como um dos maiores nomes da literatura na América Latina, ao lado de Gabriel García Marquez e outros. O que ainda podem fazer para estabelecer um ponto de reflexão nos povos do continente contra a dominação cultural e ideológica?
Barbosa - É essencial seguir estudando as obras desses dois autores. Além de As Veias Abertas da América Latina, um latino-americano não pode se considerar latino-americano sem ler Cem Anos de Solidão, de García Marquez. Um curso sobre América Latina tem de incluir uma discussão sobre “As Veias Abertas” e um debate sobre a metáfora da cíclica história do continente que está encarnada em “Cem Anos”.
Tanto Galeano quanto Gabo continuam fortes em suas posições. Continuam a defender a América Latina e suas lutas. Gabo mantém a FPNI (Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano - http://www.fnpi.org/), que incentiva a construção de um jornalismo que tenha olhar latino-americano. A última obra de Galeano, Espelhos, se dedica às histórias esquecidas não só da América Latina, mas de todo o mundo.
EDGAR MORIN NA UFRN DIA 17 DE SETEMBRO

Esta é a segunda reunião que faz parte das atividades da Cátedra Itinerante UNESCO - “Edgar Morin” para o Pensamento Complexo (CIUEM) e está sendo organizada pelo Grupo de Estudos da Complexidade – Grecom da UFRN. A conferência discutirá os desafios e propostas para uma educação do século XXI, reunindo acadêmicos, pedagogos, estudantes da rede pública e privada de educação e demais pessoas que estiverem interessadas.
A Cátedra Itinerante foi criada pela UNESCO para fomentar discussões e programas de intercâmbio que tem por base as idéias de um pensador, no caso Edgar Morin. Segundo a coordenadora da Cátedra no Grecom e uma das organizadoras do evento, Ceiça Almeida, o espaço na UFRN foi o primeiro ponto na América Latina a ser criado desde que a sede foi instalada pelo diretor Raúl Domingo Motta em Buenos Aires, em 2000.
Esta é quarta vez que Edgar Morin vem a Natal. Em maio de 1998, Morin veio pela primeira vez e proferiu a conferência “Amor, poesia e sabedoria”. Um ano depois, Morin voltou a convite da reitoria da UFRN para receber o título de doutor Honoris Causa, passando a fazer parte do corpo docente da Universidade. Neste ano de 2010, vem para a segunda reunião da Cátedra Unesco – CIUEM.
Patrono da Conferência
Edgar Morin nasceu no dia 8 de julho de 1921, na França. Um dos expoentes mais expressivos do pensamento mundial contemporâneo, intelectual que deseja e provoca, sem trégua, o reencontro entre ciência e humanismo, entre a cultura científica e a cultura humanística. Um teórico cujas ideias representam uma síntese aberta, e ao mesmo tempo radical, a respeito do papel social e ético do conhecimento deste século.
Formado em História, Geografia e em Direito, Morin é um pensador inclassificável, múltiplo, um “eterno estudante”. Um pensador que politiza o conhecimento, homem para quem só pode haver "ciência com consciência”, professor que expõe suas incertezas e acredita na “boa utopia”, na reforma da universidade e do ensino fundamental. Um educador para o presente e o futuro.
FONTE: http://www.janeayresouto.com.br
Edgar Morin: “O que foge ao cálculo é a emoção, a vida…”
Li ontem nos arquivos do programa Roda Viva (TV Brasil) uma interessante entrevista do filósofo francês Edgar Morin, acontecida há 8 anos (em 2000). Embora o texto da entrevista esteja transcrito por inteiro, há apenas dois minutos de vídeo. Clique aqui para ler a transcrição completa da entrevista e ao trechinho em vídeo.
Morin ressalta que a economia não pode ser a única solução para a nossa sociedade, pois são inúmeras as atividades do ser humano que não podem ser calculadas. Para Morin, a razão fria só existe nos computadores… até um matemático tem paixão pela matemática.
A economia é baseada em cálculos e tudo que foge ao cálculo é eliminado do pensamento econômico. Isto faz com que, infelizmente ou felizmente… o que foge ao cálculo é a emoção, a vida, o sentimento, a natureza humana.”
Ele fala que, além de sermos Homo Sapiens, somos também Homo Economicus (homem econômico), Homo Demens (homem louco), Homo Faber (homem que fabrica), Homo Ludens (homem lúdico, que brinca), o Homo Poeticus (que faz poesia).
Quanto aos avanços da biologia genética, embora Morin seja a favor, ele chama a atenção para os riscos das descobertas estarem atreladas ao lucro de empresas. Como exemplo, ele cita a multinacional Monsanto, que tem feito esforços para se apropriar da “reprodução” dos grãos de milho e de soja geneticamente modificados.
Outro perigo dessa manipulação genética poderia ser, nos seres humanos, o da Eugenia, que no passado eliminava as pessoas que fossem diferentes daquilo que o Estado estabelecesse como padrão de normalidade.
No que tange à psicologia como um todo, temos aqui a discussão sobre Normal x Anormal. Segundo Morin:
Todos os grandes artistas, Van Gogh, que ficou louco, Nietzsche também… não podemos dizer se eram normais ou loucos. Acho a normalização da vida humana um grande perigo.”
Morin lamenta que hajam tão poucos índios na nossa miscigenação brasileira e afirma “A mestiçagem é criativa”.
Ele fala da complexidade, da concepção complexa das idéias, que as idéias existem, pois podemos morrer por uma idéia, matar ou viver por uma idéia. Elas têm poder sobre nós. Morin insiste em que tenhamos uma visão não-fragmentada e não-separada do mundo.
Morin não vê o humanismo separado da ciência:
Nós precisamos… ou seja, os humanistas têm um moinho, mas ele precisa de grãos. E quem traz o grão são as ciências. A intercomunicação da cultura científica com a humanista é, portanto, importante.”
Ele tem uma idéia muito interessante, a meu ver, sobre a morte. De que o ser humano, quanto mais individualista, mais tem medo de morrer, de que o seu “eu”, seu ser, se perca: “a atomização cria a angústia da morte”. Mas a vida em comunidade é capaz de mobilizar as pessoas à solidariedade, a dar a vida pelas pessoas.
… para viver, é preciso correr o risco da morte”
Quanto à violência, Morin lamenta a barbárie antiga “morte, assassinatos, massacres, ódio, desprezo”, mas lamenta também a “barbárie fria, gelada, técnica, que nossa civilização produziu”.
FONTE: http://claytonseveriano.com.br/?p=75
sábado, 4 de setembro de 2010
SERRA - AFIFÔMETRO FALHA E TUCANOIDES E DEMONOIDES QUEBRAM O BICO . . .
É incrível e visível o desespero dos DEMO-TUCANOS...
Foto: Futura Press
NÓS DO B.S.B. (BLOGS SUJOS DO BRASIL, COLABORAMOS COM ELES E EMPRESTAMOS UM
MEDIDOR MAIS EFICAZ DA POLITICA PRATICADA POR ELES, O "PEDAGIÔMETRO", USEM A
VONTADE ATÉ NO HORÁRIO POLÍTICO, JÁ QUE NÃO TEM MUITO O QUE FALAR.
FONTE: http://tatuiedilmais.blogspot.com/


