PARA REFLETIR...

"Eu preferiria ser um fracasso em algo que amo, do que um sucesso em algo que odeio."
(George Burns)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

BISPO DOM MARIANO ABENÇOO CRIANÇAS E EDUCADORAS DO JARDIM DE INFANCIA EM CARAÚBAS

Foi uma atitude interessante do Bispo pois não estava prevista essa ação dentro da extensa programação da Visita Pastoral que ele está realizando em Caraúbas e esse gesto é mais uma prova da sensibilidade do Bispo Mariano e do Padre Francisco das Chagas, vigário de nossa Paróquia.
Assim como Jesus, o Bispo disse: "deixai vir a mim as criancinhas..."

IFRN/UAB INICIA ENTREGA DOS DIPLOMAS DE ESPECIALISATAS DO PÓLO "SERTÃO DAS CARAUBEIRAS"

Lista dos Diplomas e Históricos que já estão disponíveis para os Especialistas de Educação Ambiental e Geografia do Semiárido
ALDENÚBIA LIRISVALDA DE FREITAS
ANA PAULA DA CRUZ FERNANDES DE MENEZES
ANTONIO MARIA GURGEL JUNIOR
CARMEN SILVA DE ALMEIDA SALES BARRETO
CLÁUDIA REJANE ALVES DE GOIS
DEMILSON DE SENA BENEVIDES
FRANCISCA VERA LUCIA NOGUEIRA
FRANCISCO ALANCADERQUE MELO DA SILVA
FRANCISCO GIORDANO DE PAIVA FREITAS
FRANCISCO LINDOMAR CARLOS
IDALENE PRAXEDES DE ALMEIDA
IVANILDO DE OLIVEIRA PAIVA
JOÃO MARCOLINO NETO
JONILSON FERREIRA DE FREITAS
LEODÉCIO COSTA BARBOZA
LUCIENE SIMONE DE FREITAS
MARCIA MARIA DE ALMEIDA
MARIA APARECIDA BARRA
MARIA JAKILENE DE MENEZES
MARIA KILVIA DA SILVA FERREIRA
MONICA DE OLIVEIRA BENEVIDES
NEUMA SALDANHA BARRETO DE LIMA
ROZANGELA MARIA DE GOIS OLIVEIRA
SILVANIR PEREIRA DA SILVA
SOLANIA MARIA PINTO











































Ainda estão disponíveis as DECLARAÇÕES E HISTÓRICOS DOS/AS SEGUINTES ESPECIALISTAS:
Calíngua Katia de Oliveira Sales Fernandes
Gildeiza Fernandes de Oliveira
Maria Mercês de Lira
Maria Oziene da Silva
Yure da Silva Paiva

terça-feira, 13 de setembro de 2011

PÓLO "SERTÃO DAS CARAUBEIRAS" ABRE 100 VAGAS PARA PROFESSORES DA REDE PÚBLICA





A Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN; o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rn – IFRN e a Universidade Federal Rural do Semiárido - UFERSA, por intermédio Universiade Aberta do Brasil - UAB, abriu as pré-inscrições para os professores em exercício da rede pública de Educação Básica que desejam cursar uma Licenciatura na modalidade a distância no primeiro semestre de 2012.
Para se inscrever, os candidatos devem se cadastrar na Plataforma Freire (http://freire.mec.gov.br) até o dia 18 de setembro.
As vagas são oferecidas através do PARFOR, Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica, destinado aos professores em exercício das escolas públicas estaduais e municipais que não possuem formação adequada à LDB.
Vale salientar que esta é a primeira etapa do processo seletivo. As pré-inscrições precisam ser validadas pela Secretaria de Educação Estadual ou Municipal à qual o professor estiver vinculado no período de 19 de setembro a 8 de outubro de 2011. Em caso de dúvidas, o candidato pode ligar para o telefone 0800 616161 e teclar a opção 7 ou acessar o link .

Após esse processo incial os candidados inscritos serão comunicados através da imprensa dos próximos passos a serem seguidos, pois cada uma das universidades – IFRN, UFERSA E UFRN adotam procedimentos distintos.
Veja, a seguir, a lista completa dos cursos oferecidos pela UFRN-SEDIS, os polos de apoio correspondentes e a quantidade de vagas disponíveis para cada um deles:
CURSO DE LICENCIATURA
UNIVERSIDADE
VAGAS PLATAFORMA FREIRE
Educação Física
UFRN
30
Pedagogia
UFRN
30
Matemática
UFERSA
15
Língua Espanhola
IFRN
25
Sucesso à todos/as.
Prof. Marcos Roberto Fernandes Gurgel
Coordenador do Pólo UAB ”Sertão das Caraubeiras”

domingo, 11 de setembro de 2011

MUITO INTERESSANTE ENTENDER QUE O 11 DE SETEMBRO FOI A 38 ANOS



Vítimas em 2001, EUA foram os algozes do 11 de setembro no Chile


 

Antes de serem vítimas do 11 de Setembro de Osama bin Laden, os Estados Unidos foram algozes num outro 11 de setembro, no Chile, 38 anos atrás. O golpe que derrubou o presidente socialista Salvador Allende, com apoio norte-americano, instaurou uma ditadura brutal, responsável pela morte de três mil pessoas e pelas torturas cometidas contra 28 mil, na estimativa conservadora dos registros oficiais.
Clique na imagem acima para acessar o especial completo do Opera Mundi

Mas se lições ligam estes dois episódios, elas não foram aprendidas. É o que disse ao Opera Mundium dos protagonistas desta data negra para o Chile, o cientista político Heraldo Muñoz, de 63 anos, membro do breve governo Allende. Hoje, Muñoz é subsecretário geral do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), em Nova York. Mas o cargo diplomático não o impediu de fazer uma leitura crítica da política norte-americana.

Wikicommons

Trabalhadores chilenos marcham em apoio a Salvador Allende, em 1964

“Estas duas histórias se comunicam pela porta dos fundos, já que os EUA  foram atores em ambos os casos”, disse Muñoz, em entrevista concedida por email. “Primeiro, Washington ajudou a perpetrar a violência no Chile contra um povo indefeso. Mais tarde, os norte-americanos foram objeto da violência fanática no 11 de Setembro de 2001, que também cobrou vitimas inocentes. Mas não sei se a lição histórica – da necessidade de respeitar irrestritamente os direitos humanos – foi aprendida por eles”, afirmou. 
Chile: epitáfio do outro 11 de setembro 
Em 1973, Muñoz dirigia um ambicioso projeto idealizado por Allende, chamado Almacenes del Pueblo (Armazéns do Povo), uma rede que pretendia fazer chegar comida à população, sem depender da intermediação dos empresários privados do ramo. Na época, donos de supermercados e armazéns faziam lockouts para esconder produtos alimentícios, como forma de jogar o povo contra o governo da Unidade Popular (UP) e forçar a derrubada de Allende, que, em resposta, começou a confiscar e estatizar redes privadas de supermercados.

A radicalização do governo da UP – que também nacionalizou o cobre, principal produto de exportação do Chile, e deu início a uma profunda reforma agrária – encontrou resistência imediata da direita. Em tempos de Guerra Fria, a ameaça representada por um modelo socialista e democrático no que os EUA viam como seu quintal, era algo inadmissível.

Divulgação

Muñoz: EUA não aprenderam a lição entre o 11 de setembro de 1973 e o de 2001

No dia 11 de setembro de 1973, o general chileno Augusto Pinochet liderou o golpe de Estado contra Allende. O Palacio de la Moneda, sede do governo, foi bombardeado por caças da Força Aérea do Chile (Fach), enquanto atiradores posicionados nos edifícios do centro de Santiago disparavam contra os poucos membros da guarda presidencial, leais a Allende. Cercado, o presidente fez seu último discurso, transmitido pela rádio, antes de suicidar-se com o disparo no queixo de um fuzil AK-47, presente do amigo cubano Fidel Castro.

“O 11 de setembro do Chile significou a perda da democracia e a interrupção da aspiração de construir o socialismo por uma na via pacifica, pela força dos votos”, analisou Muñoz. “O golpe marcou as vidas de toda uma geração, em todo o mundo. Uma vez, nos anos 1990, eu estive com a ex-primeira ministra do Paquistão Benazir Bhutto, assassinada em 2007, e ela me falou do impacto que o nosso 11 de setembro teve nas forças progressistas paquistanesas neste momento, não apenas no Paquistão, mas também em toda a Ásia e no mundo inteiro.”

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Os EUA como algozes

O governo norte-americano – que travava, então, uma guerra sem fronteiras contra o comunismo – viu no Chile o embrião de uma experiência com potencial para levantar uma verdadeira onda esquerdista na América Latina. A resposta de Washington veio por meio do então chefe do Departamento de Estado no governo de Richard Nixon, Henry Kissinger. “Não vejo porque temos de esperar e permitir que um país se torne comunista por causa da irresponsabilidade de seu próprio povo”, afirmou Kissinger.

Um dia depois do golpe no Chile, Kissinger conversou com Nixon sobre o ocorrido. “Há algo novo, que seja de importância?”, perguntou o presidente. “Nada grave. A coisa do Chile é questão de consolidação e, é claro, os jornais são sangue por todos os lados porque um governo pró-comunista foi derrubado”, respondeu Kissinger, antes de agregar: “no período de Eisenhower (presidente norte-americano que forjou a doutrina segundo a qual os EUA deveriam intervir em qualquer país do mundo que sofresse influência soviética) teríamos sido heróis.” Nixon, receoso, perguntou: “Bom, como você sabe, nossa mão não pode ser detectada neste caso”. E ouviu de seu braço direito: “Claro. Não há nenhuma dúvida disso. Eu me refiro ao fato de que nós os ajudamos (trecho ilegível) a criar as condições mais favoráveis possíveis”. Nixon encerra a conversa dizendo: “Muito bom. É o que deveria ter sido feito.”

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Mas Muñoz reconhece que o dramático golpe de 1973 também provocou inevitavelmente respostas positivas da sociedade. “O movimento global dos direitos humanos nasceu, em grande medida, em resposta ao 11 de setembro chileno. Hoje, acredito que a data lembra, além da dor da perda de vidas humanas e violações dos direitos humanos, a necessidade de conjugar mudanças sociais e consolidação da democracia”, disse.

A herança do 11/9

O Chile de hoje está construído sobre uma Constituição elaborada durante a ditadura, nos anos 1980. O país é democrático. A Carta, nem tanto. Ela “fossilizou” um sistema político binominal, como disse o jornal britânico Financial Times há uma semana. Só chegam a presidente os candidatos ligados aos dois grandes blocos políticos existentes hoje. De um lado, a Concertação – que governou o Chile por 20 anos, do fim da ditadura, em 1990, até o ano passado – de outro lado, a Coalizión por El Cambio, que em março de 2010 venceu as eleições, dando início ao primeiro governo de direita no Chile desde o fim do governo militar. E o primeiro de direita eleito democraticamente no país em 50 anos.

Para o chileno Claudio Fuentes Saavedra, PhD em Ciência Política pela Universidade da Carolina do Norte, a Constituição foi “um exercício de engenharia institucional elaborada em 1980, que transferiu a soberania popular a um corpo de representantes que, embora sejam eleitos, na prática, podem alterar as normas básicas de convivência nacional à margem de qualquer escrutínio cidadão”.

Prova disso é que o país amarga há quase quatro meses sua maior crise política desde a redemocratização. Milhares de estudantes pedem o fim do lucro na Educação e a melhoria da qualidade do ensino. Apesar de ter o respaldo de 80% dapopulação, estas propostas não avançam. A Constituição proíbe a realização de referendos, plebiscitos e outras consultas populares diretas, salvo sob condições bastante estritas, como um impasse entre o Executivo e o Legislativo. Assim, o país segue imobilizado. Mesmo com o governo tendo a aprovação de apenas 26% dos chilenos.

Além da Constituição, os reflexos concretos do 11 de Setembro chileno também são perceptíveis no sistema hiper privatizado. Não existe nenhuma possibilidade de que um trabalhador chileno possa aderir hoje a um sistema público de aposentadoria. A saúde também é esmagadoramente explorada por planos privados. E nenhum estudante tem direito a estudar em uma universidade pública gratuita, salvo se conseguir acesso a uma bolsa de estudo.
O país levou a extremos inimagináveis o liberalismo econômico, encarnado pela geração dos Chicago Boys, discípulos do Consenso de Washington que fizeram do Chile um tubo de ensaio para uma abertura econômica sem limites, ainda durante a ditadura.

O país tem crescido a uma taxa de 6% ao ano, mas é um dos mais desiguais da América Latina. De acordo com Julio Berdegué, doutor em Ciências Sociais e pesquisador do Centro Latino-Americano para o Desenvolvimento Rural, quatro famílias do país detém o equivalente ao salário de 80% da população. A principal delas é a do presidente Sebastián Piñera, dona de uma fortuna avaliada em US$ 2,4 bilhões.

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FONTE: operamundi.uol.com.br

PUBLICO E-MAIL QUE RECEBI DO COMPANHEIRO ADILSON...


TERRORISMO E GENOCÍDIO CONTRA OS GUARANI-KAIOWÁ NO MATO GROSSO DO SUL
Nota Pública do Conselho Indigenista Missionário
"Estávamos rezando, de repente chegaram dois caminhões cheios de homens, chegaram atirando, ordenaram parar queimar barracas e roupas e amarrar todos índios. Saímos correndo, em direção diferente. A 300 metros do local vimos as barracas queimando e muito choro. Faroletes e lanternas estão focando pra lá e cá, as crianças e idosos não conseguiram correr. Os meus olhos enlagrimando (sic) escrevi este fato. Quase não temos mais chance de sobreviver neste Brasil”.
Relato de uma vítima do atentado contra a comunidade de Pyelito Kue.
O Conselho Indigenista Missionário - Cimi vem a público denunciar e repudiar os ataques terroristas e genocidas desferidos contra os Guarani-Kaiowá, da comunidade Pyelito Kue, em Iguatemi, no estado do Mato Grosso do Sul, ocorridos nos dias 23 de agosto e 05 de setembro. Além de terem seus pertences destruídos, vários indígenas foram covardemente agredidos por homens fortemente armados.
Para o Cimi, o fato de terem sido encontrados, no local dos ataques, cartuchos de munição calibre 12 anti-tumulto, as chamadas “balas de borracha”, constitui-se em mais um forte indício de formação de milícia armada, no Mato Grosso do Sul, com a finalidade de cometer crimes contra os indígenas daquele estado.
O Cimi manifesta extrema preocupação pelo fato de que, dada a total inércia das autoridades, especialmente do Governo Federal, há possibilidades de que ocorram novos, iminentes e ainda mais graves atentados à comunidade Pyelito Kue. De acordo com informações de uma liderança da comunidade atacada, repassadas na manhã desta sexta-feira, 09, a agentes do Cimi, não tendo para onde ir, os indígenas continuam acampados próximos ao local onde sofreram os ataques, estão cercados e têm sido alvo de constantes ameaças de fazendeiros e seus “seguranças”, que disparam tiros a todo o momento sobre os mesmos. Segundo essa mesma liderança, os indígenas estão isolados numa margem do rio que atravessaram para fugir dos ataques. Estão sem roupas, sem cobertas e sem alimentos. A liderança informa ainda que depois do último atentado, ocorrido na madrugada de segunda-feira, 05, nenhum representante da Funai, Polícia Federal ou de outros órgãos públicos foi ao local.
O ataque a Pyelito Kue soma-se a outras situações análogas ocorridas, nos últimos anos, com as comunidades Apykai, Kurusu Ambá, Passo Piraju, Mbaracay, Ypoi, Guaiviry, Cachoeirinha, Buriti, Nhanderú Marangatu, Taquara, Carumbé, Itayka’aguyrusu, Yvykatu, Jaguapiré, GuiráKambi’y, entre outras. Nos últimos oito anos, mais de 250 indígenas foram assassinados no Mato Grosso do Sul.
Para o Cimi, a morosidade do Governo Federal em demarcar as terras tradicionais dos povos indígenas e a não identificação e punição dos seus agressores e assassinos constituem-se em verdadeira anuência e incentivo ao processo de terror e genocídio imposto aos Guarani-Kaiowá no Mato Grosso do Sul.
O Cimi conclama a sociedade nacional e internacional a se manifestar junto às autoridades brasileiras a fim de que assumam suas responsabilidades e tomem, de uma vez por todas, as medidas necessárias e urgentes para que se interrompa imediatamente esse processo de extrema violência contra os Guarani-Kaiowá no Mato Grosso do Sul.
Brasília, DF, 09 de setembro de 2011.

Cimi - Conselho Indigenista Missionário

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

PUBLICO POST DO PAULO HENRIQUE AMORIM...


Presidenta protege o Brasil da crise
e abre a escola ao pobre 


Na véspera do 7 de Setembro, aquela data que o FHC considera uma “palhaçada”, a Presidenta Dilma Roussef fez um pronunciamento de 10 minutos em rede nacional.

Ela estava firme, segura e convincente.

Prometeu proteger o produtor e o emprego da crise internacional.

Abrir a porta da escola ao pobre.

Manter a faxina e o combate ao mal feito.

E fortalecer o mercado interno, que é a maior arma do Brasil para enfrentar a crise.

Veio a seguir, o jornal nacional que desmentiu o prunciamento presidencial: demonstrou de forma inequívoca, como o faria a Urubóloga, que o Brasil será tragado pelo dragão da inflação e os velhinhos pelo super endividamento no crédito consignado.

Esse Ali Kamel…


Paulo Henrique Amorim

FONTE: www.conversaafiada.com.br

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terça-feira, 6 de setembro de 2011

07 DE SETEMBRO...

"... Independência ou morte!"
É assim que a História oficial mostra o bom imperador libertando o povo brasileiro às margens do Rio Ipiranga...
Bom... Não é o comportamento da elite monarquista que ele representava e continuou a representar...
Penso que devemos aproveitar o dia 07 de setembro para refletirmos sobre nossa compreensão de "independência, liberdade, democracia, solidariedade e justiça social".
Que tipo de sociedade estamos ajudando a construir com nossa intervenção social???
Que tipo de futuro estamos construindo para nós e para os que nos rodeiam???
O sentido de celebrar o 07 de Setembro deve ser para refletirmos sobre o que estamos fazendo de nós e de nossa sociedade; de nossa ação e de nossa consciência voltadas para a construção da justiça social.